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Veja a história dos empreendimentos em Geração Hidrelétrica

Postado em: 9 de abril de 2018

História dos empreendimentos em Geração de Energia Hidrelétrica

Temos falado com certa frequência sobre as vantagens inquestionáveis nos investimentos de hidrelétricas para o setor energético do nosso país, que vem crescendo especialmente desde 2011 através de um projeto do governo previsto até 2020 com expectativa de 190 bilhões em investimentos.

Mas, da mesma maneira que todos nós temos uma raiz, uma origem e um caminho percorrido para chegarmos até onde estamos, a história de investimento no ramo de hidrelétrica também tem a sua origem.

A primeira hidrelétrica do Brasil foi inaugurada por meio de um investidor, alguém que precisava encontrar soluções para às suas necessidades e que resolveu ser protagonista do seu próprio trabalho e daquilo que deixaria como legado.

Em 1889, Bernando Mascarenhas, tornou real aquela que seria a primeira grande usina hidrelétrica da América do Sul. A Usina de Marmelos foi criada para atender as indústrias de tecido do industrial e a cidade que era abastecida até então com energia elétrica a gás – em Juiz de Fora, Minas Gerais.

Depois dessa inauguração, a usina não parou de crescer e outras tantas começaram a borbulhar por todo o território nacional. Veja só: uma ideia para tornar mais viável e rentável um investimento, transformou-se num dos maiores empreendimentos do século.

Esse ramo não parou mais de crescer até se tornar o maior parque gerador de energia elétrica do Brasil. Segundo um pesquisador de sistemas energéticos no país, a predominância de hidrelétricas se dá principalmente pela “disponibilidade de elevado potencial hidrelétrico, viabilidade de construção de grandes reservatórios e menor necessidade de desenvolver grandes troncos de transmissão”. (Fonte)

Justamente por isso, e por ter baixos custos de produção, fez-se necessário a criação de órgãos regulamentadores que garantissem ao empreendedor o retorno dos seus investimentos.

Estes são alguns deles:

 

  1. Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel):
    Uma autarquia vinculada ao Ministério de Minas e Energia que tem como uma das suas principais atribuições fiscalizar a geração, transmissão, distribuição e comercialização da energia; além de autorizar e conceder instalações e serviços energéticos.
  2. Operador Nacional do Sistema (ONS):
    “O Operador Nacional do Sistema Elétrico é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, responsável pela coordenação e controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN), sob a fiscalização e regulação da ANEEL” (Fonte).
  3. Empresa de Pesquisa Energética (EPE):
    Que, como o nome já diz, é a responsável por subsidiar o planejamento e estudos na área de gestão energética.
  4. Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE):
    É quem viabiliza a comercialização de energia elétrica no sistema integrado (SIN).

 

Todas estas entidades garantem a fiscalização e a orientação dos recursos disponíveis para gerenciar os serviços prestados e as potencialidades do sistema energético do Brasil.

E nós na Hidroenergia? Nós garantimos o conhecimento, profissionalismo e todas as ferramentas que você precisa não só para investir, mas também para saber exatamente como o seu investimento será feito e fiscalizado – garantindo a você a segurança que você merece.

 

Vamos tomar um café e conversar um pouco mais, contate-nos:

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Fontes:

http://pro.poli.usp.br/wp-content/uploads/2012/pubs/analise-de-investimento-em-pequenas-centrais-hidreletricas-um-estudo-de-cenarios.pdf

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,governo-preve-ate-2020-mais-24-hidreletricas-imp-,727860

https://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrel%C3%A9trica_de_Marmelos

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