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Por que escolher energia hidrelétrica? Vamos aos fatos

Postado em: 4 de Abril de 2018

Por que escolher energia hidrelétrica? Vamos aos fatos!

Fazemos escolhas a todo o tempo. Mesmo sem querer. Quando você escolhe uma opção de prato num cardápio, por exemplo, você deixa de escolher todas as outras opções disponíveis.

Não há como fugir das escolhas, mesmo quando algumas nos parecem tão desafiadoras que a vontade é mesmo não ter que decidir – mas não tem jeito.

É exatamente por isso que escolha justa só é possível se há conhecimento. Se eu não sei quais são as minhas opções e as características de cada uma, como é que vou saber se estou fazendo uma boa escolha?

Se você tem interesse ou está em busca de informações concretas e verdadeiras antes de fazer uma escolha sobre que tipo de geração de energia você pode investir, este texto foi feito para você.

Vamos apresentar, abertamente e com dados de pesquisa, porque investir em energia hidrelétrica é uma opção segura, eficiente e que garante retorno financeiro. Sem delongas, nem argumentos vazios.

Em primeiro lugar, a maior matriz energética do Brasil é hidrelétrica (cerca de 62%). E isso não é a toa. Além, é claro, de como já vimos aqui, da água ser um recurso renovável que não vai acabar (veja neste texto) e ser uma produção de energia limpa, a geração de energia elétrica através da força hídrica é a que possui maior custo-benefício para quem paga a conta.

É certo que há um tipo de receio quando se pensa no tamanho de uma hidrelétrica e no tanto de água armazenada para gerar energia. Mas aqui precisamos lembrar de um fato muito importante: nenhuma outra fonte de geração de energia é tão eficiente e econômica para o nosso país. Nem sempre as que aparentam ser “econômicas” o são na realidade e os fatos comprovam isso:

Em 2011 o príncipe Philip, do então Reino Unido, alertou para o fato de gastos altíssimos do país com investimentos em energia eólica, cerca de 404 bilhões de euros para o governo, na época, e mais 760 euros por cada família britânica que vivia nas regiões abastecidas por este tipo de energia.

E mais: o príncipe alertou, naquele contexto, que se 10% do país fosse preenchido pelas turbinas, elas não supririam nem 6% da necessidade energética do país.

E este é só um exemplo.

Acontece o mesmo com a energia solar. São investimentos altíssimos sem retorno suficiente para suprir as necessidades, especialmente daqueles que dispõem de menos recursos financeiros.

E você pode ver com seus próprios olhos isso que afirmamos: o Instituto Escolhas lançou, no ano passado, uma plataforma online na qual se pode verificar o custo de investimento e o valor gasto por conta para cada tipo de geração de energia.

É muito simples de usar, bem intuitivo:

  1.  há uma ilustração indicando os 7 principais tipo de geração de energia: hidrelétrica, solar, eólica, térmica a biomassa, térmica a gás natural, térmica a carvão e nuclear;
  2. você clica em cada uma delas e pode escolher a porcentagem de geração;
  3. depois é só soltar o mouse e ver o resultado na parte debaixo da tela.

 

Faça uma simulação você mesmo e veja como

a geração hidrelétrica é que possui real economia e viabilidade: http://quantoeenergia.escolhas.org/

E mais: a questão de impactos ambientais para algumas dessas fontes é totalmente questionável e não há consenso entre pesquisadores sobre os reais efeitos existentes. Há, por exemplo, movimentos criados nos EUA e mesmo no Brasil que demonstram que há muitos dados mascarados a respeito da emissão de CO2, desmatamento e desapropriações. Mas, isso, será assunto para outro texto aqui no blog.

Como dizia Adam Smith em seu livro A riqueza das nações, nenhuma nação enriquece por “juntar” ou criar dinheiro, mas, sim, porque seu povo enriqueceu trabalhando metodicamente em recurso próprio.

Ou seja, não adianta criar mil e umas “fontes” alternativas que geram um custo exorbitante se elas não vão atender as necessidades da população e se não será possível mantê-las.

Nada é mais eficaz para a questão energética do que tecnologia e logística porque são elas que otimizam o consumo e diminuem o desperdício. Unidas, elas permitem acessar recursos antes não acessíveis e chegar a um consumo ideal usando menos recursos. E é exatamente assim que a Hidroenergia trabalha.

Confira você mesmo no Quanto e energia e você terá uma ideia do que enfrentam os países que estão investindo bilhões em fontes que não geram retorno e não são eficazes como deveriam ser.

É por isso que a Hidroenergia preza em conhecer, antes de qualquer coisa, o seu próprio trabalho, e faz questão de manter atualizado o conhecimento científico nessas questões em todo o mundo: o conhecimento nos permite fazer escolhas.

 

Fontes:

http://quantoeenergia.escolhas.org/

http://midiasemmascara.org/arquivos/exterminadores-do-futuro-iii/

http://sustentabilidade.estadao.com.br/blogs/ambiente-se/plataforma-online-mostra-quanto-custa-gerar-energia-eletrica-no-brasil/

http://midiasemmascara.org/arquivos/nerd-sem-mascara-a-escala-kardashev/

http://midiasemmascara.org/arquivos/cop21-empobrecendo-os-mais-pobres-e-degradando-os-mais-ricos/

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